Hoje as lágrimas escorrem finalmente por este rosto pálido e cansado.
Não as lágrimas de que senti falta, mas aquelas outras que acho sempre que já gastei todas, que já sequei de há tantos anos que as choro. Sempre o mesmo sal, sempre a mesma dor.
Sentia-te fugido, desaparecido e encarava-o como algo de muito bom. Mas hoje a saudade foi tão forte que te senti aqui de novo para me lembrares quem sou.
E eu devia deixar-vos partir aos dois.
E vou.
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